domingo, 31 de maio de 2009

Pausas dramáticas

Meus olhos estão cansados...
Os ombros rebaixados
A fila ...não tem fila
Pausas dramáticas...

E além do infinito que sinto no bolso...
ainda caminho...
e penso que o vento está ao lado esquerdo
mesmo que as sensações sejam subterrâneas.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Não à muitas horas, posso dizer que aLgo morreu dentro de mim. E apesar da dor aguda no estômago e da falta de ar, eu estou bem.

É engraçado ( de um jeito irônico) que alguns minutos podem mudar algumas de nossas concepções de uma vida inteira. Talvez por intuição ou apenas um acaso, descobrimos o que nunca gostaríamos de ao menos cogitar. Apesar de muito medo, eu admito que dessa vez, vou deixar tudo acontecer e tentar não pensar muito.
Se eu não tenho as respostas para minhas perguntas, invento as minhas próprias. E assim os dias vão apenas passando
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E se o lobo comeu a vovozinha, foi apenas porque estava com fome. (sentiu?)


Ouvindo: Dirty little thing - Velvet

domingo, 4 de janeiro de 2009

Blog de poucas palavras

Como todos nós percebemos creio que não foram muitos,o blog anda com frases curtas poucas fotos poucas falas,mas como diria o título fui caminhar mão no bolso,alias fomos caminhas mãos no bolso...


A ausência é mais que invitável
e o tempo é a prioridade que não existe após um tempo
E as palavras soltam-se nos momentos que não há papel em mãos...

sábado, 29 de novembro de 2008

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Acho que eu ando ouvindo demais e falando muito pouco. Vou mais além e digo que a culpa é toda minha.
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domingo, 9 de novembro de 2008





hoje eu vi que não é necessário concordar...


sexta-feira, 17 de outubro de 2008


Ainda ontem eu aprendi que não se deve ter medo de puxar até a última alavanca.

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-Metáfora?

-Nem tanto.





[Ouvindo: Na verdade, tentando não ouvir...]



Imagem: Árvore de Alentejo.

sábado, 4 de outubro de 2008

Sem resposta, sem assunto, sem nexo...


Sim, eu já me peguei pensando, quase que torturando, para escrever algo para o blog.Por várias vezes parei por achar errado transformar algo que eu sempre tiver prazer em fazer em uma obrigação.Muitas outras vezes mais, comecei à escrever algo sobre meu momento "love is in the air", mas parei pra pensar: para quem além de um diário, minhas fantasias de menina apaixonada podem interessar?


Foi então que decidir apenas escrever.


É, escrever. Como a Nastenka disse logo no post abaixo... "...todos nós temos momentos...". E no momento, me falta inspiração.


Não porque a vida não tem sido suficientemente generosa comigo. Pelo contrário. Mas se espera uma explicação até o final do post,sugiro que volte à cuidar da sua vida, pois venho à todos dizer que não tenho uma explicação. Eu apenas estou com dificuldade para transportar minhas idéias para o papel, uma vez que elas estão tão soltas e misturadas dentro de mim. Nao quer dizer que eu não vá mais escrever, apenas quer dizer que preciso me reorganizar =)


E sendo eu mais uma mulher, brasileira, assalariada e dependente de horários e vontades malucas...


Desejem-me sorte.


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[ouvindo: Minha mãe dizendo algo sobre uma cadeira (?) ]

sábado, 13 de setembro de 2008

...Resposta à Sally

à...E todos nós temos momentos ...
mesmo que entre tantos passatempos,acordemos mais insanos e satisfeitos e algumas vezes até insaciaveis

o desejo deixou de ser rosa...
o rosa deixou de ser menina...

e a menina foi brincar de ser feliz...


e como diria a música toda bossa é nova e você não liga se ela é usada...

sábado, 6 de setembro de 2008


Mudanças são necessárias, mesmo quando já estamos acostumados ao nosso dia a dia? É fato que cada um busca dentro de sí uma forma de manter sua "rotina particular", à ponto de não enlouquecermos em meio à tantas novidades que um ser humano é capaz de enfrentar em menos de 24 horas.
Perdem-se muitas coisas nessas mudanças.
Mas outras coisas permanecem mais fortes.

Para cada alegria uma tristeza, para cada vitória uma perda...

[...]

Não sei se isso faz sentido para mais alguém, mas para mim faz, neste momento.E muito!



[ Mudanças são dolorosas, mas necessárias]


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Ouvindo: Esse barulho irritante que meu computador faz.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

"Insônica"




São três e trinta e duas da manhã...sim!!!estou acordada e zelo por um mero mal-estar,
Incoveniente,mas que me interrompe a noite,já não sei talvez ânsia de sair e de me render... tenho prolongado algumas felicidades...sim!!!"felicidades"incansavelmente,as nego hora ou outra...não convêm ser sempre assim...
(e ele dorme em meu travesseiro)
Por isso nego,e nego sabendo oque há por vir,perdoem-me as reticências mas são um vício inabalável a sensação de algo não terminado e o desejar por novas sensações... Necessito conhecer,então,hei de ir lá e conhecer
(E os livros encontram-se fora de ordem)
Necessito confortar-me,então,hei de me prolongar em palavras amplas...
(uso-as como quero,ok!!!sem muitos rodeios)
Necessito sonhar,então,hei de sonhar
(levanto da cama pra viver,amar,lamuriar,esquecer,mas não sereis peso morto)
Sentir necessito,mas nunca é suficiente e assim fico à buscar violetas azuis no asfalto...
(meus olhos não respeitam o que lhe é visível)
Passaram dez minutos o que escuto não me é apraz ao momento
... E faltam muitos minutos para as horas passarem




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°
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(ouvindo:o chiado impertinente da máquina)
(pensando:não voltarei à dormir)
(foto-Agda S.)

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Racionalmente Utópica

Pensamentos descordenados
mãos atadas
olhos fechados...


suspiro...


rastro de luz ignorável

minutos desminutantes...

pegadas em lugar algum...

gelo,café e ampolas de macarrão crú...


[ouvindo:o mudo latido do marfim]

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Não estava cheio ...havia crianças
idosos e aquelas beatas q sempre olham os esmaltes em mãos alheias


só havia um ponto alguém se movimentava feito as árvores q sacudiam com o vento...


Quanto as beatas...esqueçam as beatas não sei o que estou a dizer

esqueça qualquer coisa que escrevi

vocês sempre dizem que não entendem...talvez porque


aquela já esqueceu do esquecido e o morto virou piso na pia de pratos mal lavados

desculpem-me ando confusa,sarcástica,violenta e irracional demais nos últimos...

três quartos de hora mal iludidas

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Euforicamente silenciosa...

Euforicamente


Silencioso...


Te vejo passar entre traças mortas...


E despejando pinceladas sem loucuras imaculadas...


Me Interrogo.



Euforicamente...
Silenciosa...
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[ouvindo:The Doors-love street]

segunda-feira, 23 de junho de 2008


Passei algum tempo tentando escrever algo diferente daquilo o que se passa na minha cabeça.


Algo poético, específico ou engraçadinho.

Mas como todo ser humano tem sua fraqueza...
Eu quero escrever apenas que eu estou feliz como a muito tempo não ficava


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Sem mais...

domingo, 8 de junho de 2008

...[...]...





As pessoas atropelam os desejos
Os burburinhos desdenhosos
As verdades lamuriantes...

Compremos então imagens pornógraficas
Mãos libertinas
E alguns orgasmos guardados postulados em vidros...


Que tal um sinônimo para orgasmo...
Não encontrei nenhum
Porém me vieram a memória bons lampejos
Bons distúrbios...
E diversas oscilações



Vidros quebrados
camas mal feitas
Ficando a marinar idéias sodomisadas
Entre algumas verdades arrastadas no colchão...

°


[Ouvindo:White stripes-I don't know what to do with myself]

[pensando:será??]
[Foto:AgdaS.]












terça-feira, 6 de maio de 2008

O mundo tornou-se tão pesado
-É,
desde aquele tempo tornou-se mesmo

°
°
°

[imagem:A Brito]
ouvindo:tic tac do relógio

quinta-feira, 1 de maio de 2008


Passo tardes esperando que o ponteiro do relogio faça sua volta com mais rapidez, que as horas sejam minutos, que os minutos sejam segundos. Os dias passam que eu nem vejo, esse mês já é mês passado e esse ano -o qual eupoderia jurar ter apenas começado -já está acabando. É como se eu dormisse enquanto o relógio não para. O amanhã é hojee eu tenho muito o que fazer amanhã...

Ando muito ansiosa...comendo demais, bebendo demais, agitada demais...Tem algo de muito errado comigo.
E os ponteiros continuam girando...



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Ouvindo: The Clash

terça-feira, 29 de abril de 2008

Diário?

Sabe quando nos sentimos sozinhos enquanto tem centenas de pessoas estão à sua volta?Você se perde em meio a sorrisos que nem sabe se são verdadeiros e vive um mundo de faz-de-contaem que você mesmo cria a sua felicidade?Parece exagero mas muitas pessoas são felizes assim e vivem dia após dia se enganado, achando quetudo vai melhorar "do nada", enquanto outras pessoas fingem se importar.Em meio a isso tudo, dá um aperto no coração, uma vontade de gritar e deixar tudo pra lá, tudo como está e fugir... Fugir para um lugar distante onde nunguém te conhece e nem se dá ao trabalho de tentar conhecer.Daí, você se dá conta de que só está faltando AQUELA pessoa.. que é a única que pode melhorar sua rotina ou fazer um sorriso aparecer no seu rosto... É, ela também tem a própria vida e não pode estar com você sempre que se sente só, mas o fato de esta pessoa existir já faz toda a diferença...
Sinceramente nem sei porque estou escrevendo isso, e muito menos porque eu deixei exposto para qualquer um lerAcho que é por que eu mesma não ando me importando com meus sentimentosÉ triste mas é verdade. Sinto falta de não sentir nada...sabe? (Sinto falta de não sentir...irônico!)Quem disse afinal que o amor é tudo e que eu preciso desse chato de coração pra ser feliz é um sádico e não teve penados pobres apaixonados que fariam de tudo pelo ser amado.
Eu não estou deprimida (antes que o digam por aí). Estou... repensando sobre alguns aspectos da minha vida.
Acho que é só... Que coisa deprimente! Só faltou escrever no começo: "Querido diário..."
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Ouvindo: Nada...

domingo, 27 de abril de 2008

Sem melar a voz

José não entendia Magali: Ele até percebia que ela era uma mulher incomum, que não podia tratá-la como outra qualquer, mas insistia em colocá-la na mesma categoria de várias de suas amigase ex-namoradas. Na verdade, ele tinha medo dela. Porque sua intensidade era mesmo assustadora.

Magali era engraçada. Não falava muito,mas tinha convicções avançadas para o seu meio. Adoravaprestas atenção às reações sutis que as pessoas tinham com os fatos cotidianos. "É aí que elasmostram quem realmente são" - dizia.

Lembro, por exemplo, do horror que demonstrava por mulheres que melavam a voz quando se dirigiamao namorado em público. DIziam que faziam isso só pra marcar presença, mostrar para as outrasfêmeas que aquele macho tinha dona.

-Que implicância! Isso é tão comum! - eu lhe dizia.-Mas repara como é ridículo ver umamenina chegar pro namorado no meio da roda de um barfalarassim, com aquela voz chorosa, batendo de leve a mão na cadeira ao lado "Ah amor, senta aqui...". Constrange qualquer um. Dou toda rapaz quando o caraignora - ela me respondia.

É lógico que Magali gostava de romances. Adorava o amor privado, as juras secretas,os jogosde sedução, o cuidado sutil que um sempre deveria ter com o outro. Só não gostava de demonstrações públicas exageradas.

- O compromisso tem que ser leve, não pode parelisar nenhum dos dois - pregava, sem vergonhade ser piegas.

Quando estava no meio de um grupo, queria estar solta, misturada à multidão,livre para mexercom quem quisesse e também para receber elogios, agrados, olhares. O problema é que os homensque conheceu, até os que se diziam muito liberais, sempre acabavam em crise de posse.

-Por que, entre casais, um sempre tem que querer sufocar o outro? - questionava.

Um dia brigou com um namorado porque, em uma churrascaria, foi abraçá-la e beijá-la perguntando porque ela o estava ignorando. "Parecia que eu era um troféu" - ela dizia.

Sonhava com um amor aberto e tranquilo. Alguém que pudesse confiar, que também confiasse nelae pronto. O tempo de se ver, seria o tempo possível, porque os dois saberiam que não existiria motivos para preocupações sem fundamentos. Queria ser sim, paparicada e paparicar, mas não admitiadepender de nenhum homem e não queria que ele dependesse dela para viver.

Coitado do José! Acostumado com garotas que se esforçavam para parecer avançadas, Magali o assustou.Tanta liberdade era demais. E o romance dos dois, sem nenhuma explicação, acabou.
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Ouvindo: INXS - Beautiful girl


terça-feira, 15 de abril de 2008

Fragmentos

cheguei a conclusão que isso não existe
quem me viu,quem me ouviu...virgulações cansa-me não continuo
atualizar
atualizar
atualizar

[e algumas tem sete cores,outras tem mais e outras esqueci-me de enchergar...]

Quanta coisa mudou,mas tudo é a mesma coisa ...fotografando gotas chuvas gotas de chuva gotas de chuva...

Estipule a data de vencimento...


entraremos em um acordo...


mas não esquece quem me viu já não me encherga ...



[ouvindo:garrafas -SKANK-]
ah esses estilhaços de nuvens musicais